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14-05-2008

Cereais gostam de música clássica

Cereais gostam de música clássica, alega uma equipe de cientistas sul-coreanos, após identificar dois genes do arroz que respondem de forma mais ativa ao serem submetidos aos sons de compositores como Ludwig van Beethoven.
Apesar de ter provado que as plantas respondem à luz, que afetam e otimizam seu crescimento, e também ao tato, o que reforça a resistência ao vento, até agora a reação ao som era um mistério. Leia aqui.

Música pode afetar sabor do vinho

Uma pesquisa realizada por psicólogos afirma que tomar vinho enquanto se escuta um determinado tipo de música pode afetar a forma como se percebe o sabor da bebida.

A pesquisa realizada por psicologistas da escocesa Heriot Watt University, em Edimburgo, demonstra que quando uma taça de cabernet foi tomada ao som de música pesada, o vinho foi percebido como "60% mais poderoso, rico e robusto" do que quando tomado no silêncio. Leia mais.

08-05-2008

Refrescando a memória e matando a saudade de L. Laura

Batizado_de_marcelo_lopes

Não sei se os leitores perceberam minha ausência entre os meses de janeiro, fevereiro, até a segunda quinzena de abril.

Falei uma vez aqui que não sabia combinar muito bem tristeza com comida. Sei que faz parte da cultura de alguns países, ou melhor dizendo, de alguns povos, o ritual de comer e beber, enquanto velam seus entes queridos. Confesso que eu não conseguiria. Eu perdi minha mãe no início de março e mergulhei num marasmo profundo, sem elã para vir aqui falar de delícias e prazeres...

Percebam que fui voltando aos poucos, mas, ainda por ora, não sinto entusiasmo de sair pela cozinha tirando fotos das minhas obras culinárias. Estou me refazendo, gradativamente. A cozinha é um tema muito relacionado com a figura de minha mãe, e será sempre. As mães são sempre as grandes referências culinárias de seus filhos, por razões óbvias.

Nesta foto, minha mãe aparece sorridente, junto à mesa, com um prato na mão que, suponho, não era o seu. Tenho quase certeza de que ela fazia o prato de meu pai, pois tinha o hábito de serví-lo primeiro. Meu pai, de óculos, está atrás dela, obviamente, aguardando ser servido, comme d'habitude. A foto foi tirada em Pesqueira-PE no início da década de setenta, em casa de casal amigo, que comemorava o batizado de seu filho. Além dos meus pais, algumas pessoas presentes na foto já não se encontram entre nós, mas como todos eram amigos muito queridos, sinto-me grata por hoje poder lembrá-los através da foto deste almoço.

07-05-2008

As lentilhas da rainha Hatchepsut

por Joana Monteleone

A múmia da mulher mais poderosa a governar o Egito antigo, Hatchepsut, foi identificada há pouco tempo pelo maior arqueólogo do país, Zahi Hawass. Hatchepsut viveu há cerca de 3,5 mil anos. Filha de Tutmés I e da rainha Ahmose, casou-se com o meioirmão Tutmés II, como era costume. Quando o marido morreu, o herdeiro oficial, Tutmés III, ainda era criança. Desta maneira, Hatchepsut assumiu o poder – e governou por cerca de 20 anos, num dos mais longos e pacíficos reinados da história dos faraós.

Hatchepsut gostava de comer: a múmia encontrada no vale de Deirel-Bahari era obesa, e suas representações também a mostram desta maneira. Mas, falar da comida do Egito antigo é como atirar flechas ao vento. Nunca se sabe exatamente no que vai se acertar. Ainda assim, as paredes das pirâmides estão cheias de ilustrações do cotidiano dessa civilização que floresceu há mais de 5 mil anos.

Nos túmulos dos reis e nobres das primeiras dinastias, muitas oferendas estavam retratadas nas paredes. Pela crença, elas asseguravam que o morto se serviria de uma porção diária de comida em sua vida no além. O nome e a quantidade dos alimentos estavam escritos em hieróglifos, permitindo aos arqueólogos de hoje terem uma idéia do “menu” cotidiano dos egípcios daquele período.

É claro que a mesa dos faraós era privilegiada. No caso de Hatchepsut, e de todos os seus ancetrais e descendentes, dispunham-se as iguarias provenientes de todos os lugares do reino – lentilhas, favas, ervilhas, abóboras, coentro, bolachas, leite, carne-seca, ervas, frutas, carneiros, gansos, codornas, peixes, mel, frutas secas e romãs, acompanhadas de vinho e cerveja. E também alimentos essenciais para a dieta do povo como pães de trigo sheben e khepesh e uma espécie de cerveja muito energética chamada henequet.

Entre as receitas sofisticadas servidas aos faraós chama a atenção a simples, mas certamente saborosa, sopa de lentilhas amarelas, feita com cebola, sal, cominho e azeite de oliva. Mesmo com a distância de mais de 3 mil anos a nos separar, um bom prato é sempre um bom prato!

De: História Viva.

Alface afrodisíaco

O alface era conhecido como um afrodisíaco no Egito Antigo.

06-05-2008

Delícia de Banana

Delcia_de_banana

Não é costume nesta casa a prática de sobremesas, doces, manjares, pudins, etc. e tais. Não se trata de falta de gosto pelas iguarias, ou que não sabemos apreciar o que é bom e doce. Talvez, por acomodação, apreciamos muito mais as frutas, que não exigem muita elaboração. O costumeiro aqui é uma bela salada, uma bandinha de mamão papaia, uma rodela de abacaxi doce, uma carambola... Aí, quando queremos quebrar a monotonia, inventamos coisas que levam ovos, manteiga, amido, açúcar, chocolate, entre outros ingredientes - que fazem um mal danado ao nosso corpo, e um bem inexprimível ao nosso espírito.

Hoje, tínhamos bastante banana madura e, para evitar o desperdício, saímos dessa rotina e fizemos a Delícia de Banana. Não vou me dar ao trabalho de dizer como ficou, pra não soar redundante. Minha turma devorou tudo. Até os vizinhos experimentaram. Gente educada sempre declara que estava uma delícia - ops, falei! -, mas eu, particularmente, achei doce. Tenho essa mania de achar tudo sempre muito doce, quando o prato é doce. Contudo, essa delícia aí, não passou nem pro dia seguinte.

DELÍCIA DE BANANA

Criada por Vila Sabor
Rendimento
8 porções

Ingredientes
1 kg de banana nanica em rodelas
2 xícara(s) (chá) de açúcar cristal
1 colher (café) de canela-da-china em pó
Creme
1 lata de leite condensado
1 1/2 lata de leite
1 colher (sopa) de amido de milho
4 unidade(s) de gema de ovo
Cobertura
4 unidade(s) de clara de ovo
6 colher(es) (sopa) de açúcar

Modo de Preparo
Coloque tudo no fogo, mexendo sempre, até que vire um doce, e comece a se desprender do fundo da panela.
Vire em um refratário fundo.
Creme
Dissolva o amido de milho no leite e, em seguida, junte todos os ingredientes.
Leve ao fogo até que engrosse.
Depois, jogue em cima do doce de banana.
Cobertura
Bata as claras em neve, e vá adicionando o açúcar, até que fique em ponto firme de suspiro.
Vire sobre o creme.
Leve ao forno, pré-aquecido, para assar o suspiro (cobertura), até que fique corado.
Tire do forno, espere esfriar e leve para gelar.

Como foi a primeira vez que fiz esta receita, e não tenho muito traquejo no ponto certo de suspiro, não entendi porque este - depois de algum tempo que tirei do forno - liberou umas bolhinhas de caramelo. Mas, isso em nada prejudicou o sabor do prato.

04-05-2008

Dobrada à moda do Porto


Um dia, num restaurante, fora do espaço e do tempo,
Serviram-me o amor como dobrada fria.
Disse delicadamente ao missionário da cozinha
Que a preferia quente,
Que a dobrada (e era à moda do Porto) nunca se come fria.
Impacientaram-se comigo.
Nunca se pode ter razão, nem num restaurante.
Não comi, não pedi outra coisa, paguei a conta,
E vim passear para toda a rua.
Quem sabe o que isto quer dizer?
Eu não sei, e foi comigo ...
(Sei muito bem que na infância de toda a gente houve um jardim,
Particular ou público, ou do vizinho.
Sei muito bem que brincarmos era o dono dele.
E que a tristeza é de hoje).
Sei isso muitas vezes,
Mas, se eu pedi amor, porque é que me trouxeram
Dobrada à moda do Porto fria?
Não é prato que se possa comer frio,
Mas trouxeram-mo frio.
Não me queixei, mas estava frio,
Nunca se pode comer frio, mas veio frio.

Álvaro de Campos

A do vizinho

A galinha do vizinho é sempre mais gorda do que a nossa.

O frango nosso de cada dia

Em Latim, a forma frango é do verbo "frangere" , que significa "romper, quebrar, fazer em pedaços". Nos dicionários, encontramos a palavra frangalho, que significa "farrapo, trapo, coisa imprestável, caco". Deriva-se do verbo "franger" (= quebrar, despedaçar), que vem do verbo latino "frangere" .

Diz ainda o dicionário Aurélio que o substantivo frango (= pinto adulto) é uma derivação regressiva de frangão, que, por sua vez, tem origem controversa. Aqui.

No "Le Monde": Paris para crianças

— Você sabe o que é escargot?
— Não.
— É um caramujo.
— Eca.
— Os franceses comem.
— É por isso que eles fazem aquele biquinho?
— O biquinho é por causa do sotaque.
— Eu acho bonito o biquinho.
— Eu também.
— Só não quero mais comer escargot.
— Você pode comer pain au chocolat.
— O que é isso?
— É um pão com chocolate.
— Deve ser bom.
— É sim.
— Se eu morasse em Paris eu comeria pão com chocolate o tempo todo.
— Não seria legal pra sua saúde.
— Aí eu tomaria vinho depois. Eu vi na TV que é bom pro coração.
— ...

Daniel Cariello

29-04-2008

McMundo globalizado

Em mais uma matéria sobre alimentos, a Galileu constata que "O McMundo é globalizado" [se é!] através de um estudo que concluiu que "alimentos de fast food são os mais internacionais, agregando ingredientes de todo o mundo. A receita do Big Mac, por exemplo, é praticamente uma assembléia da ONU".  Veja a toda a matéria, onde poderá conhecer a origem de cada ingrediente utilizado no BigMac.

O estudo aponta para a tendência de homogeneização da alimentação mundial e fala do nosso "desprezo por certos produtos regionais - como os usados pelos povos indígenas, que caíram em desuso [...]".

A matéria é de Flávia Pegorin.

Ela virou a mesa

Luaciana_quinto_galileu

Luciana Quintão é a economista que busca comida onde está sobrando e a distribui para quem precisa. A ong Banco de Alimentos recolhe 44 toneladas por mês.

"As pessoas têm a idéia de que doamos resto de comida. Não é nada disso. Nosso produto é basicamente excedente de comercialização, que está literalmente perfeito para o consumo."

"Tanto os doadores quanto os beneficiados têm deveres. O primeiro grupo precisa provar que tem técnicas de produção higiênicas e entregar para a ONG alimentos bem cuidados e armazenados. 'Não pegamos nada que esteja no chão', conta Luciana. Já os beneficiados se comprometem a participar de workshops e a abrir a entidade para estagiários de nutrição."

Conheça este projeto de generosidade.
A matéria é de Mariana Romão.
Foto: Revista Galileu.

O doce perguntou pro doce
qual era o doce mais doce.
O doce respondeu pro doce que
o doce mais doce era o
doce de batata-doce!

23-04-2008

Higiene dos alimentos

Muito cuidado com o cozimento de vísceras (moela, fígado, rim etc), pois são alimentos que se contaminam com muita facilidade e devem ser muito bem cozidos... Leia mais >>

22-04-2008

O lagarto, é o lombo paulista, que é o lagarto

Às vezes, na cozinha ou supermercado, ainda me sinto uma marinheira de primeira viagem. Quantas vezes, vou ao supermercado procurando algo que não encontro, quando, na verdade, isso acontece por não conhecer o produto com outro nome, ou não conhecer o similar. Quantas vezes, na cozinha, deixo de fazer um prato, por não saber que outro é a mesma coisa ou alternativo.

Sempre comprei lagarto. E sempre comprei lombo paulista. Às vezes compro um; outras vezes, compro outro. Sou assim mesmo, completamente distraída dos formatos, aparências e texturas das carnes. Por isso, demorei tanto - só agora - a reconhecer que um é o outro. Pura demência, gente. Por que é que algumas sacações tão simples demoram tanto a ocorrer na vida da gente? Quantas coisas importantes já devo ter perdido na vida, deixando de entender ou de fazer melhor, por falta de percepção...

Cheguei a essa conclusão no sábado passado, quando comprei um lombo paulista e verifiquei que também poderia fazer um lagarto na panela de pressão. Ou seja, quando percebi que o lombo paulista, que tantas vezes já fiz, é o lagarto que, igualmente, já fiz. Enfim, antes tarde, do que jamais.

E o fiz, como de outras vezes, assim:

Lagarto na Panela de Pressão

Ingredientes:

uma peça de lombo paulista de mais ou menos 1 1/2 kg; 1 kg de cebolas cortadas em rodelas; um copo tipo americano de água; sal a gosto; um tablete de caldo de carne; um pimentão picado; dois tomates picados; uma cenoura descascada e cortada; 200g de mussarela.

Modo de Preparo:

Coloquei numa panela de pressão a metade das cebolas cortadas em rodelas; sobre elas, deitei a peça inteira do lagarto temperado com o sal; adicionei o restante da cebola por cima; em seguida, o copo d'água, e o tablete de carne dissolvido em um pouco d'água. Levei ao fogo e, logo que pegou pressão, reduzi o fogo e deixei cozinhar por 50 minutos.

Retirei o lagarto da panela, e o fatiei. Trouxe-o novamente à panela de pressão, desta vez, com o restante dos legumes - exclusive a mussarela -, adicionando um pouco d'água para o cozimento. E o deixei cozer por mais 40 minutos, após o que, colocando-o num refratário com todo os legumes e o caldo, e a musssarela por cima, o retornei ao forno para gratinar.

Meus agregados, que são bem carnívoros - gostaria que o fossem menos -, refestelaram-se com o lagarto que, na verdade, era também um lombo paulista.

Já fiz algumas variações desta carne, de modo assado bem passado, recheada com linguiça, ovo ou cenoura. E já fiz, também, como carpaccio, que é bem simples.

elBulli é considerado o melhor restaurante do mundo

Elbulli

O restaurante espanhol El Bulli, do famoso chef Ferrán Adrià, foi considerado, pelo terceiro ano consecutivo, pela revista inglesa Restaurant, o melhor do mundo. O El Bulli é aberto ao público apenas nos meses de abril a setembro, e nos outros seis meses Adrià passa aperfeiçoando receitas em seu laboratório/oficina, 'El Taller', em Barcelona. Ele é famoso pelo seu menu degustação de trinta pratos como uma síntese das artes. Para jantar no elBulli, faça a reserva com dois anos de antecedência. Entre outras excentricidades, o inventor da cozinha da desconstrução serve, por exemplo, caipirinha que se mastiga, pão de queijo gelado, bolacha que formiga a língua e prato servido em balão inflado.

Interessante matéria sobre o restaurante, foi publicada na IstoÉ Gente, uma edição de 2005. E mais esta da Veja On-line.

Fotos: Veja On-line

D.O.M. é o 40º melhor restaurante do mundo

O restaurante D.O.M.(São Paulo) de Alex Atala, foi eleito o 40º melhor do mundo pela revista inglesa Restaurant. D.O.M é o único da América Latina que aparece no ranking de 50 melhores do planeta que a publicação divulga anualmente, desde 2002; mas, em relação ao ano passado, o restaurante caiu duas posições na lista.

Veja o vídeo e a receita do Aligot (purê de batata com queijos gruyère e minas padrão)de Alex Atala, publicada pela Veja São Paulo.

Aligot290

21-04-2008

Moluscos - são frutos do mar que têm concha ou tentáculos.

Crustáceos - são os que têm casca ou carapaça. 

“O truque para preservar a textura delicada da carne de moluscos e crustáceos é cozinhá-los rapidamente”
Bella Masano, chef e proprietária do restaurante paulistano Amadeus

Frutos do mar: as dicas da Cláudia

[Admiro quem tem traquejo no manejo e na sofisticação de pratos à base de peixes e frutos do mar. Apesar de morar na praia, só faço o trivialmente básico: moquecas, bobós, vatapás, ensopados. Ainda não me atrevi a experimentações mais ousadas ou requintadas. No caso da lagosta, por exemplo, prefiro sempre comprá-la descarnada. E quanto aos demais  (caranguejos, ostras, lagostim) prefiro comprá-los já tratados. O que mais me restringe, no exercício da criatividade, é o apreço que a turma de casa tem pelos pratos ao molho de coco, em detrimento daqueles fritos, ao forno, etc. A gente habitua-se a agir sempre no automático, no lugar comum. De vez em quando, fujo da rotina, faço, por exemplo, um camarão frito ao alho&óleo (mesmo assim, simples de fazer), bacalhau à Gomes de Sá, ao Zé do Pipo - e todos adoram o resultado final; mas,... sempre dizem que eu deveria ter feito também ao molho de coco. Por essas razões, vou deixando de refinar minhas habilidades no manejo dos benditos frutos do mar.

Então, hoje encontrei uma matéria, na Claudia, que é uma mão na roda. Aqui, vai uma amostra. É evidente que, não me cabe divulgar matéria, mas um link pra ela, é bem oportuno. Vejam só o Arroz Misto com Camarão, é irresistível. E o Lagostim Crocante? Huuum... O Linguine ao Molho de Vôngole, Lula e Polvo - será que um dia conseguirei elaborar um prato desses?

Por isso, resolvi destacar esta matéria para os leitores que têm limitações iguais à minhas:]

"Reconhecer a qualidade dos moluscos (os que têm concha ou tentáculos) e dos crustáceos (os que têm casca ou carapaça) você já sabe. Aqui, uma seleção com o melhor exemplar de cada um deles e orientações sobre a maneira correta de prepará-los.

frutos do mar
Camarão - De diferentes tamanhos e cores – o rosa e o cinza são os mais comuns –, o crustáceo mais popular, parente da lagosta, fica ótimo empanado, gratinado, ensopado, cozido no vapor e numa infinidade de receitas. “Para garantir a qualidade, é melhor comprar o camarão inteiro, com casca e cabeça”, afirma Bella Masano.
Caranguejo - A carne deste crustáceo de carapaça dura fica boa cozida ou desfiada em saladas, fritadas e molhos. Deve ser comprado vivo e fervido em água temperada.

Siri - Além da casquinha de siri, dá para fazer moquecas e recheios de massa com a carne deste animal. A versão desfiada, encontrada pronta, às vezes é misturada a carnes de peixe.

frutos do mar Lagostim - Este crustáceo vem sendo cada vez mais incorporado às receitas brasileiras – os europeus já o consomem há anos. Vai bem cozido no vapor e empanado ou em ensopados, molhos com vinho e pratos que vão ao forno.
Lagosta - É considerada um alimento de luxo por causa de sua captura difícil e da necessidade de respeitar a época de reprodução. “Por ser nobre, deve ser apenas grelhada ou cozida no vapor”, sugere Bella.

Fotos caranguejo, Christian Teubner/StockFood Creative/Getty Images/siri, Guilherme Andrade

Se quiser, leia mais>>

Via: Revista Claudia.