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06-05-2008

Delícia de Banana

Delcia_de_banana

Não é costume nesta casa a prática de sobremesas, doces, manjares, pudins, etc. e tais. Não se trata de falta de gosto pelas iguarias, ou que não sabemos apreciar o que é bom e doce. Talvez, por acomodação, apreciamos muito mais as frutas, que não exigem muita elaboração. O costumeiro aqui é uma bela salada, uma bandinha de mamão papaia, uma rodela de abacaxi doce, uma carambola... Aí, quando queremos quebrar a monotonia, inventamos coisas que levam ovos, manteiga, amido, açúcar, chocolate, entre outros ingredientes - que fazem um mal danado ao nosso corpo, e um bem inexprimível ao nosso espírito.

Hoje, tínhamos bastante banana madura e, para evitar o desperdício, saímos dessa rotina e fizemos a Delícia de Banana. Não vou me dar ao trabalho de dizer como ficou, pra não soar redundante. Minha turma devorou tudo. Até os vizinhos experimentaram. Gente educada sempre declara que estava uma delícia - ops, falei! -, mas eu, particularmente, achei doce. Tenho essa mania de achar tudo sempre muito doce, quando o prato é doce. Contudo, essa delícia aí, não passou nem pro dia seguinte.

DELÍCIA DE BANANA

Criada por Vila Sabor
Rendimento
8 porções

Ingredientes
1 kg de banana nanica em rodelas
2 xícara(s) (chá) de açúcar cristal
1 colher (café) de canela-da-china em pó
Creme
1 lata de leite condensado
1 1/2 lata de leite
1 colher (sopa) de amido de milho
4 unidade(s) de gema de ovo
Cobertura
4 unidade(s) de clara de ovo
6 colher(es) (sopa) de açúcar

Modo de Preparo
Coloque tudo no fogo, mexendo sempre, até que vire um doce, e comece a se desprender do fundo da panela.
Vire em um refratário fundo.
Creme
Dissolva o amido de milho no leite e, em seguida, junte todos os ingredientes.
Leve ao fogo até que engrosse.
Depois, jogue em cima do doce de banana.
Cobertura
Bata as claras em neve, e vá adicionando o açúcar, até que fique em ponto firme de suspiro.
Vire sobre o creme.
Leve ao forno, pré-aquecido, para assar o suspiro (cobertura), até que fique corado.
Tire do forno, espere esfriar e leve para gelar.

Como foi a primeira vez que fiz esta receita, e não tenho muito traquejo no ponto certo de suspiro, não entendi porque este - depois de algum tempo que tirei do forno - liberou umas bolhinhas de caramelo. Mas, isso em nada prejudicou o sabor do prato.

23-01-2008

Brincando de brownie com sorvete e carambola

A Geórgia recomendou, e eu fiz o brownie de caixinha.

Que ficou assim

Almoço bessa grill 097

09-10-2007

Louca pra voltar, mas o sufoco não permite

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Foto: Cocada na Kenga. Feira do Empreendedor, Campina Grande, outubro, 2007.

24-06-2007

Bolo Baeta

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O bolo baeta é um dos mais populares das nossas mesas. Não é típico do cardápio junino, mas, talvez seja o bolo mais apreciado pelas camadas populares da população nordestina. No nordeste, ele é encontrado em quitandas, lanchonetes, tabuleiros, camelôs, carrocinhas, cantinas, padarias, fiteiros. Enfim, está em tudo quanto é lugar. Não vejo muito graça nele, creio que por conta do seu aspecto meio mole, de sabor indefinido e adocicado. Porém, devo admitir que Elisabete, minha irmã, o faz divinamente. Pena que ela não é chegada à cozinha, pois, só quando ela o faz, eu me atrevo a tirar umas lasquinhas. Claro que prefiro o dela do que o meu, cuja receita, super simples, é esta (mas não uso o queijo ralado):

Ingredientes:
- 4 ovos
- 2 1/2 xícaras (chá) de açúcar
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 50g de queijo ralado
- 700 ml de leite
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Fazendo:
Bata no liquidificador os ovos, o açúcar, a manteiga e o queijo ralado. Ponha alternadamente o leite e a farinha de trigo e bata mais. Coloque para assar em fôrma untada e polvilhada em forno na temperatura de 200ºC. Espere esfriar para desenformar. Sirva. Ou deixe-o para o dia seguinte, quando fica mais gostoso.

Bolo Pé-de-Moleque à Moda Paraibana

Para fazer este bolo, segui a receita que vi em Terra Culinária, e que diz ser uma receita tipicamente paraibana [Não sou muito fã desse bolo, mas meu marido tem mania e não come apenas durante a temporada junina, mas o ano todo.]

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As denominações de origem de alguns pratos nordestinos são polêmicas. Cada estado da região diz-se ter originado a mesma receita. Acontece assim com o baião de dois, com o queijo de coalho, e vários outros. No caso de bolo pé-de-moleque, já  vi referências à Paraíba, Pernambuco e Minas Gerais. A mim, importa menos do que saborear esse manjar, que eu preferi fazer à moda paraibana:

Ingredientes:

2,5 kg de mandioca
600 g de rapadura
200 de manteiga
1/2 xícara (chá) de café em infusão
1 xícara (chá) de chocolate em pó
1 xícara (chá) de especiarias (cravo-da-índia, canela e erva-doce)
1 caixinha (200 g) de leite de coco
1 xícara (chá) de castanha de caju picada grosseiramente
2 colheres (chá) de manteiga
30 castanhas de caju para decorar

Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura média. Lave a mandioca, descasque e lave novamente. Parta a mandioca ao meio, elimine o filamento central e corte-a em pedaços. Coloque no processador e bata, aos poucos, até obter uma pasta ralada. Transfira para uma tigela. Parta a rapadura em pedaços pequenos e coloque numa panela. Adicione 6 colheres (sopa) de água e leve ao fogo. Cozinhe por 6 minutos, ou até a rapadura derreter. Retire do fogo e despeje sobre a massa da mandioca. Junte a manteiga (reserve 3 colheres de chá). Mexa vigorosamente ou até ficar homogêneo. Adicione o café, o chocolate, as especiarias, o leite de coco e as castanhas de caju. Misture com um pão-duro até ficar homogêneo. Com a manteiga reservada, unte uma assadeira de 28 cm x 40 cm e despeje a massa. Leve ao forno por 1 hora, ou até que enfiando um palito no bolo ele saia limpo. Retire do forno, espere amornar, desenforme e corte em 30 pedaços. Decore com a castanha de caju.

Bolo de Macaxeira

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Ontem, fizemos essa delícia para saborear com os amigos, entre outras guloseimas juninas. A receita é fácil e bem popular por essas bandas do nordeste. Num bom boteco, lanchonete ou café da manhã de restaurante que se preze não pode faltar o bolo de macaxeira. Durante as festas juninas, é o bolo mais frequente nas mesas familiares, junto a outras iguarias, concorrendo com o pé-de-moleque  e o bolo de milho. O da foto, que devoramos ontem, foi feito assim:

Ingredientes:

Para o caramelo
- 2 xícaras de açúcar
- 1 xícara de água

Massa
- 1kg de macaxeira ( mandioca) crua ralada
- 650g de açúcar
- 5 ovos inteiros grandes ligeiramente batidos
- 1 coco fresco grande ralado fino
- 250g de manteiga derretida

Fazendo:

O caramelo
Numa panela, leve o açúcar ao fogo e deixe ficar dourado, não muito escuro. Fica líquido. Vá colocando a água aos poucos. Deixe no fogo até ficar em ponto de fio grosso sem mexer, como o ponto de calda de pudim.

A Massa
Numa tigela, coloque a mandioca, o açúcar, os ovos, o coco e a manteiga. Misture bem com uma colher de pau. Passe o caramelo em toda a forma com furo no meio (capacidade de 3 litros) e deixe esfriar por 10 minutos aproximadamente. Despeje a massa e asse em forno médio (200ºc) por 50 minutos a 1 hora.

20-06-2007

Das antigas - o pudim de iogurte

Pudim_de_iogurte

Pudim_de_iogurte1

Para ler a receita, clique na ilustração.

Da edição Claudia Cozinha - Grandes Receitas - Sobremesas.

19-06-2007

O doce de Isabel

Era o instituto São Vicente de Paula, em Campina Grande, Paraíba, nos idos de 1950, abrigo de velhos abandonados e crianças, cujos pais não podiam pagar escolas particulares.

Eu era um deles.

Até a farda, as congas (o tênis de hoje), as meias e os livros, eram doados pelo Instituto, que era dirigido por freiras, "irmãs", como assim eram chamadas.

A irmã Bernadete, a diretora, de disciplina rígida, palmatória na mão e olhar ameaçador por detrás dos óculos de grau.

Já irmã Ana Maria, era uma santa de carne e osso, que nos ensinava o poema de Joaquim Osório Duque Estrada, o Pai Nosso e a Ave-Maria. Aquele, para inspirar o patriotismo, e estes, a ilusão de uma "vida" melhor depois da vida.

O melhor da "festa" era a sopa ou a merenda, que nos era oferecida às três horas das tarde.

Eu era o mais velho da turma, o "cavalão", como assim me chamavam.

Quando tocava o recreio e o sino batia, eu corria juntamente com outros meninos para a frente da escola, e brincarmos de pega-pega ou de "toca". O jogo de bola era proibido.

O bom do recreio era uma menina, mais ou menos da minha idade, que tinha o nome de Isabel. Eu ficava olhando aquela princesinha pobre, fruto das mesmas raízes, filha, talvez, de pais sem nome, como eu, mas a esperança brilhava nos olhos que a maldade não apagou.

Os vendedores de doces, roletes de cana, belos pés-de-moleque e beira-seca, ficavam em frente ao portão da escola.

E lá eu ia, "beradeiro" das pernas finas, desengonçado que só o Jeca-Tatu de Monteiro Lobato, comprar doce com algumas pratinhas de tostão, um cruzado ou de quinhentos réis, que meu pai me dava...

Toda a vez em que eu comprava um doce, lá vinha Isabel pra perto de mim, com aquele andar de rolinha branca, toda sorridente, para comer um pedaço do meu doce.

Quando o sino tocava de novo, todos corriam para as salas de aula, Isabel para a sua classe e eu para a minha.

Lá vinha outro dia, e eu tinha que ter um dinheirinho para comprar doce e dividi-lo com Isabel.

Os anos voaram, as crianças cresceram e eu nunca mais ouvi falar de Isabel...

Hoje, quando passo em frente a uma escola, e vejo crianças correndo, brincando de pega-pega ou de "toca" ou outro nome que o valho, lembro-me de Isabel, que de mim só queria o doce.

Fonte: O Mossoroense

16-03-2007

Torta de Banana sem Massa de Thina Izidoro

Relutei um pouco antes de decidir incluir este prato no blog, por razões que vocês haverão de entender.

Esta receitinha foi campeã na preferência de uma comunidade gastronômica do orkut. Com exceção da minha pessoa, quem implementou a receita, obteve sucesso total. Todos registraram que ela fica deliciosa. E não é muito calórica.

Mas, qual é/foi minha restrição?

No meu caso particular, ou melhor dizendo, a minha experiência não foi bem sucedida porque o meu forno está com sérios problemas. Para assados muito sensíveis, ele está sendo desastroso, comprometendo o resultado final.

Fiz a torta, mas ela queimou, sem passar pelo processo natural de "borbulha".

Como sou fanática por bananas, quando trocar o fogão, vou insistir na receita. Pelos relatos dos orkuteiros é uma receita que funciona e a torta é uma deliciosa surpresa. Quem quiser testar aqui também, fica a sugestão.

Origem da receita:

A receita é de Thina Izidoro, uma professora de dietética, repassada aos seus alunos. Sandro Quintana  foi quem difundiu a receita na comunidade de gastronomia do orkut. Segundo ele, "incrivelmente difícil e complicada! (percebam o meu sarcasmo aqui :-P)" rs

Ingredientes
18 a 24 Bananas!
Castanha levemente moída no liquidificador (até ficar uns pedaços pequenos misturados com pó)
Canela em pó.

Modo de Preparo:
Lave as bananas com casca e tudo.
Num tabuleiro redondo, arrume as bananas inteiras sem casca, até cobrir todo o fundo. [O que eu entendo por tabuleiro são as formas redondas ou quadradas de alumínio ou madeira. Como os que tenho são grandes demais ou rasos, optei por assar numa forma refratária funda]. Vão ficar uns buraquinhos entre as bananas. Parta mais bananas com as mãos e preencha esses buraquinhos, até que não tenham mais buraquinho nenhum. Aperte as bananas com a ponta dos dedos para amassar levemente. Passe as palmas das mãos para nivelar. (Não pode ter nojo!) Salpique a castanha e a canela o quanto quiser, está pronta a 1ª camada.
Para a 2ª camada, aperte as bananas na mão, e vá arrumando-as sobre a 1ª camada. Novamente, depois de preencher o tabuleiro, parta pequenos pedaços para preencher os buraquinhos. Passe as palmas bem de leve para nivelar.
E, novamente, salpique a castanha e a canela.
Leve ao forno médio alto, por cerca de 40 minutos - até que a torta pare de borbulhar.
Sirva quente ou gelada.

Torta_de_banana_sem_massa_2

Acima, a primeira foto é da primeira camada nivelada de banana, sem a canela; em seguida, a mesma camada, com canela.

Abaixo, o prato pronto para ir ao forno, com a última camada de canela e castanha.

Torta_de_banana_sem_massa1

Atenção
Ao pegar o tabuleiro, tome cuidado para que ele não seja muito baixo. A torta cresce durante o cozimento, devido à água da banana e, em um tabuleiro pequeno, essa água pode transbordar.

Não estranhe a cor rosada que a banana vai adquirir. Se for guardar por vários dias, não coloque a canela; ela não estraga, mas, depois de um tempo, ela escurece a banana, o que dá um aspecto feio à torta.

Não precisa untar. A banana solta bastante água e fica soltinha.

Não corte a banana, amasse-a, pra ela poder soltar melhor a água, e ficar mais macia.

09-03-2007

Chantilly light e diet: versões caseira e industrializada

Está desejando tomar um cafezinho ou comer um pedaço de bolo com chantilly? Mas,  está relutante, achando que não compensa a pós-traumática culpa? Então, veja essas bem saudáveis sugestões.

Chantilly Diet e Light

Ingredientes:
2 claras em neve
1 pote de iorgute natural desnatado
1 colher (sobremesa) de emulsificante
5 gotas de baunilha
1 colher (sopa) de adoçante diet em pó

Preparo:
Bata as claras em neve, acrescente o adoçante, o iorgute e bata bem.
Coloque as gotas de baunilha e o emulsificante e bata até ficar bem cremoso e aumentar de volume.   

Via: Bem Feitinho

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Chantilly Diet da Chef de Cuisine da Oprah Winfrey

Coloque uma lata de leite evaporado desnatado na geladeira.

Ponha a tigela de aço inoxidável e os batedores da batedeira elétrica no freezer por uma hora.

Despeje o leite na tijela gelada, adicione uma colher (chá) de essência de baunilha e dois envelopes de adoçante.

Bata em velocidade máxima até formar picos e use imediatamente.

Dica de Lucília Diniz publicada em Good Light

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Chantilly Light da Codap

A Codap, marca italiana fabricante de cremes vegetais, lançou no final do ano passado a linha Hulalá de chanttilys e molho à base de creme vegetal, com 0% de gordura trans, 25% menos calorias, sem colesterol e ainda com fibras em sua composição. O chantilly veio nos sabores natural e chocolate. Foi criado também o molho branco e a calda para embeber bolos e sobremesas. A empresa anuncia que os produtos estão nas prataleiras dos supermercados de todo o país. A embalagem longa vida de 200 ml do chanttily custa R$ 1,80.

Hulala

Gran Cucina - é um molho branco que substitui com inúmeras vantagens o creme de leite de origem animal. Com ele, fazer molho branco no restaurante ou em casa parecerá tão fora de moda quanto fazer maionese caseira, já que o produto reproduz à perfeição o molho original. As vantagens vão desde a superioridade do gosto a maior facilidade e agilidade no manuseio.

Hulalá Chantilly e Chantilly Light- À base de creme vegetal, é tão saboroso quanto o chantilly comum e tem vantagens para a saúde: não provoca aumento do mau colesterol. E há ainda a versão light, hipocalórica.

Hulalá Chantilly Chocolate - é o único chantilly do mercado com este sabor. Pode ser utilizado no preparo de bolos, tortas, pudins, trufas, entre outras variedades, simplificando e encurtando o tempo de preparo das mais finas sobremesas.

Hulalá calda para embeber bolos - A calda vem pronta e pode ser usada, como calda ou recheio, na composição de qualquer tipo de doce. Seu grande atrativo é a versatilidade, vai bem com tudo.

Fontes: Portal Mesa Pronta; Maxipress; Revista Tecnopan; Bem Feitinho.

Foto: Revista Tecnopan